MÍDIA E PODER

Blog da disciplina Mídia e Poder, do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu da Faculdade Cásper Líbero - Prof. Dr. Dimas A. Künsch

MÍDIA E PODER

Blog da disciplina Mídia e Poder, do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu da Faculdade Cásper Líbero - Prof. Dr. Dimas A. Künsch
<  Maio 2008  >
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29.02.08

PONTO DE VISTA EPISTÊMICO I

Episteme (gr.) = conhecimento, ciência

Epistemologia = conhecimento do conhecimento, ou ciência da ciência

Qual epistemologia está na base de nossa visão de mídia e poder neste curso?
Qual o nosso ponto de vista epistêmico?
A partir de que idéias, princípios, eixos cognitivos nós nos aproximamos do tema mídia e poder?

Todo ponto de vista é a vista ou visão a partir de um ponto!

MAPA NÃO É TERRITÓRIO
Teoria é mapa...
Aula é mapa...
É fotografia, é imagem, é representação mais ou menos fiel dos fenômenos...
É BUSCA DE COMPREENSÃO

compreender vs. explicar

Menos portanto e mais talvez...
Menos conceitos e mais noções...
Menos verdades e mais aproximações possíveis...
Menos certezas e mais buscas

“A vida é breve, a arte é longa, o momento oportuno, fugidio, a prova, vacilante e o juízo, difícil”
(Hipócrates, Aforismos)

VISÃO MULTIPERSPECTÍVICA

Utilização de “uma ampla gama de estratégias textuais e críticas para interpretar, criticar e desconstruir as produções culturais em exame.”
(Kellner, 2001:129)
O conceito de multiperspectividade, utilizado por Kellner, “inspira-se no perspectivismo de Nietzsche, segundo o qual toda interpretação é necessariamente mediada pela perspectiva de quem a faz, trazendo, portanto, em seu bojo, inevitavelmente, pressupostos, valores, preconceitos e limitações. Para evitar a unilateralidade e a parcialidade, devemos aprender ´como empregar várias perspectivas e interpretações a serviço do conhecimento´(Nietzsche)” (Kellner, 2001:129).

Nem apocalípticos nem integrados

MÍDIA É MEIO
Está no meio
É instrumento
É ferramenta
(Latim: medium, media)
(Inglês: mass media)
(Português: mídia)

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  • Postado em 11:02:58

PONTO DE VISTA EPISTÊMICO II

 

COMPLEXUS

De complexus (latim) = o que é tecido em conjunto: o que une, faz dialogar distintos saberes

CONTRA:
O dogmatismo
A idéia de causa e efeito
O reducionismo
O pensamento da certeza
O racionalismo

A FAVOR:
Da complexidade
Da compreensão
Da idéia de saberes plurais
Da ética: o para quê

O mundo (o real, a natureza, a vida, o planeta mídia...)
Não é reto nem torto..., nem redondo.
Não é preto nem branco...
Há tons e entretons...
Há conflitos...
Há chaos e há cosmos...

“A ciência jamais persegue o objetivo ilusório de tornar finais ou mesmo prováveis suas respostas.”

O objetivo da ciência é o de “sempre descobrir problemas novos e mais gerais, e de sujeitar suas respostas, sempre provisórias, a testes sempre renovados e sempre mais rigorosos”.
Karl Popper. Citado por Campos e Diniz
Revista Communicare
v. 5, n.1. 1 sem. 2005. p.14.

“EXISTIR NÃO É LÓGICO”
(Clarice Lispector)

COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE COMPREHENDERE

De comprehendere (latim) = abranger, juntar, abraçar

"Sempre intersubjetiva, a compreensão pede abertura, simpatia e generosidade."
MORIN, Edgar. Os sete saberes
necessários à educação do futuro.
São Paulo: Cortez / Unesco, 2000.

Restrepo: Fugir da “lógica de guerra” que impregna todo conhecimento.

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  • Postado em 10:54:41

22.02.08

VISÃO DE MIDIA

TEMA PARA DEBATE:

Que visão temos nós da mídia?

Que teoria da comunicação subjaz a essa visão? 

A mídia faz com as pessoas (conosco) aquilo que o clip da canção “Another Brick in the Wall”, de Pink Floyd, mostra sobre a escola e a educação? Somos formatados, enquadrados, alienados... e triturados pelo poder incomensurável da mídia? 

A mídia destrói nossa capacidade de atenção e de concentração, e, mais, nos infantiliza, como sugere o texto de Marilena Chauí? 

“DISPERSÃO DA ATENÇÃO” E “INFANTILIZAÇÃO”

Marilena Chauí, em Simulacro e poder: uma análise da mídia (São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2006, pp. 52-53), fala de dois “efeitos que os meios de massa produzem em nossas mentes: a dispersão da atenção e a infantilização”.

Sobre a "dispersão da atenção":

Para atender aos interesses econômicos dos patrocinadores, rádio e televisão dividem a programação em blocos que duram de sete a dez minutos, sendo cada bloco interrompido pelos comerciais. Essa divisão do tempo nos leva a concentrar a atenção durante os sete ou dez minutos de programa e a desconcentrá-la durante as pausas para a publicidade. Pouco a pouco, isso se torna um hábito. Artistas de teatro afirmam que, durante um espetáculo, sentem o público ficar desatento a cada sete minutos. Professores observam que seus alunos perdem a atenção a cada dez minutos e só voltam a se concentrar após uma pausa que dão a si mesmos, como se dividissem a aula em “programa” e “comercial”.

Ora, um dos resultados dessa mudança mental transparece quando crianças e jovens tentam ler um livro: não conseguem ler mais do que sete a dez minutos de cada vez, não conseguem suportar a ausência de imagens e ilustrações no texto, não suportam a idéia de precisar ler “um livro inteiro”. A atenção e a concentração, a capacidade de abstração intelectual e de exercício do pensamento foram destruídas. Como esperar que possam desejar e interessar-se pelas obras de arte e de pensamento?

Sobre a "infantilização":

Por serem um ramo da indústria cultural e, portanto, por serem fundamentalmente vendedores de cultura que precisa agradar o consumidor, os meios infantilizam. Que é ser infantil (independentemente da idade cronológica)? Deixemos a Freud a resposta: ser infantil é não conseguir suportar a distância temporal entre o desejo e a satisfação dele. A criança é infantil justamente porque para ela o intervalo entre o desejo e a satisfação é intolerável.

Que fazem os meios de comunicação? Prometem e oferecem gratificação instantânea. Como o conseguem? Criando em nós os desejos e oferecendo produtos (publicidade e programação) para satisfazê-los. O ouvinte que gira o dial do aparelho de rádio continuamente e o telespectador que muda continuamente de canal o fazem porque sabem que, em algum lugar, seu desejo será imediatamente satisfeito. Além disso, como a programação se dirige ao que já sabemos e já gostamos, e como toma a cultura sob a forma de lazer e entretenimento, os meios satisfazem imediatamente nossos desejos porque não exigem de nós atenção, pensamento, reflexão, crítica, perturbação de nossa sensibilidade e de nossa fantasia. Em suma, não nos pedem o que as obras de arte e de pensamento nos pedem: trabalho da sensibilidade, da inteligência e da imaginação para compreendê-las, amá-las, continuá-las, criticá-las, superá-las. A cultura nos satisfaz se temos paciência para compreendê-la e decifrá-la. Exige maturidade. Os meios de comunicação nos satisfazem porque nada nos pedem, senão que permaneçamos para sempre infantis.

ANOTHER BRICK IN THE WALLl (Part 2)

We don't need no education
We dont need no thought control
No dark sarcasm in the classroom
Teachers leave them kids alone
Hey! Teachers! Leave them kids alone!
All in all it's just another brick in the wall.
All in all you're just another brick in the wall.

We don't need no education
We dont need no thought control
No dark sarcasm in the classroom
Teachers leave them kids alone
Hey! Teachers! Leave them kids alone!
All in all it's just another brick in the wall.
All in all you're just another brick in the wall.

"Wrong, Do it again!"
"If you don't eat yer meat, you can't have any pudding. How can you
have any pudding if you don't eat yer meat?"
"You! Yes, you behind the bikesheds, stand still laddy

L U D I S M O

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Movimento que se insurgiu contra as profundas alterações trazidas pela chamada "Revolução Industrial".
As reclamações contra as máquinas e a sua substituição em relação à mão-de-obra humana, já eram normais. Mas foi em 1811, na Inglaterra, que o movimento estourou, ganhando uma dimensão significativa.
O nome deriva de Ned Ludd, um dos líderes do movimento. Os luditas chamaram muita atenção pelos seus atos. Invadiram fábricas e destruíram máquinas, que, segundo os luditas, por serem mais eficientes que os homens, tiravam seus trabalhos, requerendo, contudo, duras horas de jornada de trabalho. Os luditas ficaram lembrados como "os quebradores de máquinas".
Para além de histórico, este termo representa também um conceito político, usado para designar todos aqueles que se opôem ao desenvolvimento tecnológico ou industrial. Estas pessoas são também chamadas de "luddites" ou "ludditas" e o movimento social é hoje conhecido como o neo-luddismo.

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  • Postado em 18:22:21

11.02.08

PROGRAMA 1 SEM 2008 - PRIMEIRA PARTE

CARGA HORÁRIA: 60 h.a.

DOCENTE: Prof. Dr. Dimas A. Künsch
Doutor em Ciências da Comunicação (USP), professor de graduação e de pós-graduação, vice-coordenador do Programa de Pós-graduação da Faculdade Cásper Líbero e editor da Líbero.


EMENTA
Novas tecnologias, revolução midiática, globalização e o papel da informação e da comunicação. Velhas e novas formas de poder. Mercado e consumo. Convergência digital e grandes conglomerados midiáticos. “Modernidade líquida” e “Príncipe eletrônico”. Jornalismo e novas mídias. Newsmaking, gatekeeping, agenda setting e espiral do silêncio. Publicidade. Marcas e corporações. O Estado, a sociedade civil, o indivíduo e os grupos. Era da imagem. Planeta em rede. Novas formas de cidadania e de participação. Paradigma complexo-compreensivo.

OBJETIVOS GERAIS
Investigar e discutir vicissitudes e cenários contemporâneos gerados pelas novas tecnologias de informação e de comunicação, com seus desdobramentos nas áreas da cultura e da sociedade.
Investigar a questão do poder em sociedades em rede, com acento na mundialização das dinâmicas do mercado e do consumo.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Situar o(a) aluno(a) no contexto dessas mudanças, sob os pontos de vista do estudo, da pesquisa e da vivência.
Exercitar a pesquisa acadêmica e o trabalho de equipe.
Incentivar o(a) aluno(a) a continuar seus estudos em nível de mestrado.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Ponto de vista epistêmico
Novas e velhas mídias
Mercado e consumo
Convergência digital
Conglomerados midiáticos
Cultura McWorld
Marcas e corporações
“Modernidade líquida”
“Príncipe eletrônico”
Jornalismo na era digital
Agenda setting, espiral do silêncio...
Publicidade
Planeta em rede
Revolução digital, cidadania e democracia

METODOLOGIA / ESTRATÉGIAS
Aulas expositivas.
Multimídia: filmes, internet, blogs...
Equipes de pesquisa e de trabalho: são 4 (quatro), cabendo a cada uma, durante o curso, apresentar um mini-seminário (45 minutos, incluindo debate) e um seminário maior (90 minutos, incluindo debate), sobre uma obra específica.
Mini-seminários: sobre temas de livre escolha, ligados a mídia e poder.
Seminários: sobre as seguintes obras:
Equipe 1
– Admirável mundo novo (Aldous Huxley)
Equipe 2 – 1984 (George Orwell)
Equipe 3 – A mídia nas eleições de 2006 (Venício A. de Lima)
Equipe 4 – A galáxia da Internet (Manuel Castells)

Blog individual: espécie de diário de bordo do curso, com reflexões, comentários, links interessantes etc., sempre referentes ao tema mídia e poder. Destaque para os temas dos mini-seminários e seminários. Links para os demais blogs da classe. Obs.: blogs serão acompanhados pela classe ao longo do semestre.

AVALIAÇÃO
Mini-seminário: 2,5 ponto
Seminário: 2,5 ponto
Trabalho final (blog): 5 pontos

Nota sobre o trabalho final: o blog de cada aluno será acompanhado ao longo de todo o semestre pela classe. Será avaliada a atualização, a autoria (não vale só apresentar links diversos) e a apresentação. No final do semestre, o aluno deve postar um resumo dos grandes eixos do curso, com uma reflexão crítica, uma espécie de paper eletrônico. Incluir bibliografia. O texto fecha o blog para a avaliação.

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  • Postado em 09:07:48

PROGRAMA 1 SEM 2008 - SEGUNDA PARTE

CALENDÁRIO DAS AULAS (PROGRAMAÇÃO)

22/02 Aula inicial
Apresentação dos participantes e do programa
Atividade
29/02 Ponto de vista epistêmico !: visão complexa
Atividade
07/03 Conglomerados midiáticos
Divisão das equipes de trabalho
14/03 Convergência digital, novas e velhas mídias
Trabalho de equipe: preparação do mini-seminário
21/03 Sem aula: Paixão
28/03 “Modernidade líquida” e “Príncipe eletrônico”
Trabalho de equipe: preparação do mini-seminário
Último dia para a abertura atualizada do blog!
04/04
Cultura McWorld
Mini-seminário Equipe 1
11/04 Marcas e corporações
Mini-seminário Equipe 2
18/04 Publicidade
Mini-seminário Equipe 3
25/04 Jornalismo na era virtual
Mini-seminário Equipe 4
02/05 Sem aula (Ponte: Dia do Trabalho)
09/05
Agenda setting, espiral do silêncio...
Trabalho de equipe: preparação do seminário
16/05 Ponto de vista epistêmico II: sobre o dualismo
Seminário Equipe 1: Admirável mundo novo
23/05 Sem aula (Ponte: Corpus Christi)
30/05
Imagem e poder: a perda do corpo
Seminário Equipe 2: 1984
06/06
Planeta em rede
Seminário Equipe 3: A mídia nas eleições de 2006
13/06 Revolução digital, cidadania e democracia
Seminário Equipe 4: A galáxia da internet
20/06 Resumo dos grandes eixos do curso
Avaliação e encerramento

BIBLIOGRAFIA MÍNIMA EXIGIDA
CASTELL, Manuel. A galáxia da Internet: reflexões sobre a sociedade, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
CHAUÍ, Marilena. Simulacro e poder. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2006.
HUXLEY, Aldous. Admirável mundo novo. 2ª. edição, Rio de Janeiro; Globo, 2001.
2006.
LIMA, Venício A. de (org.). A mídia nas eleições de 2006. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2007.
MORAES, Dênis de (org.). Por uma outra comunicação. Rio de Janeiro: Record, 2004.
ORWELL, George. 1984. 29ª. edição, São Paulo: Editora Nacional, 2003.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
ARBEX JÚNIOR, José. Showrnalismo: a notícia como espetáculo. São Paulo: Casa Amarela, 2001.
CHOMSKY, Noam. Controle da mídia: os espetaculares feitos da propaganda. Rio de Janeiro: Graphia, 2003.
COSTA, Caio Túlio. “Por que a nova mídia é revolucionária”. Líbero IX, n. 18, dez. 2006, pp. 19-30.
DEBORD, Guy. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
DEBRAY, Régis. O Estado Sedutor. Petrópolis: Vozes, 1994.
HOHLFELDT, Antonio. “Hipóteses contemporâneas de pesquisa em comunicação”. In: HOHLFELDT, Antonio, MARTINO, Luiz C. e FRANÇA, Vera Veiga, Teorias da comunicação: conceitos, escolas e tendências. 5ª. edição, Petrópolis: Vozes, 2005, pp. 187-240.
JORNAL NACIONAL: A NOTÍCIA FAZ HISTÓRIA. 12a. ed. revista, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005.
KELLNER, Douglas. A cultura da mídia. Bauru, SP: Edusc, 2001.
KOVACK, Bill e ROSENSTIEL, Tom. Os elementos do jornalismo: o que os jornalistas devem saber e o público exigir. São Paulo: Geração Editorial, 2003.
KUCINSKI, Bernardo. Jornalismo na era virtual: ensaios sobre o colapso da razão ética. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, Editora Unesp, 2005.
KUNSCH, Dimas A. O Eixo da Incompreensão: a guerra contra o Iraque nas revistas semanais brasileiras de informação. Tese de Doutorado, São Paulo: ECA-USP, 2004.
KUNSCH, Dimas A. “Comprehendo, ergo sum: epistemologia complexo-compreensiva e reportagem jornalística”. Communicare 5, n. 1, 1º semestre 2005, pp. 43-54.
KUNSCH, Dimas A. “Teoria guerreira da incomunicação: jornalismo, conhecimento e compreensão do mundo”. Líbero ano VIII, n° 15/16, 2005, pp. 22-31.
MORAES, Dênis de. O planeta mídia: tendências da comunicação na era global.Campo Grande: Letra Viva, 1998.
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feira: repensar a reforma, reformar o pensamento. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.
RAMONET, Ignacio. A tirania da comunicação. Petrópolis, Vozes, 1999.
SERVA, Leão. Jornalismo e desinformação. 2ª edição, São Paulo, Editora Senac, 2001.
TALESE, Gay. O reino e o poder: uma história do New York Times. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
TOSCANI, Oliviero. A publicidade é um cadáver que nos sorri. 2ª. edição, Rio de Janeiro: Ediouro, 1996.
WARD, Mike. Jornalismo online. São Paulo: Roca, 2006.

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